Negócios socioambientais contribuem para a preservação marinha
FONTE ... UM SO PLANETA
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Alguns exemplos de desenvolvimento sustentável aparecem em iniciativas comunitárias que usam os ecossistemas locais. Trabalhar com as comunidades, respeitando suas culturas e necessidades, pode promover um desenvolvimento duradouro.
Na comunidade caiçara, a Marulho se destaca por sua luta contra a poluição marinha e geração de renda. Desde 2019, transforma redes de pesca descartadas em bolsas e mochilas, destinando 43% do valor aos trabalhadores locais. A Marulho gerou mais de R$ 500 mil para as comunidades e busca reduzir o impacto ambiental das redes abandonadas no mar.
De acordo com uma pesquisa do The World Wide Fund for Nature, dois terços dos animais marinhos, incluindo todas as tartarugas, e metade das aves marinhas enfrentam riscos significativos devido ao enredamento em redes de pesca descartadas. Esse resíduo é a forma mais letal de plástico nos oceanos. A Marulho, fundada por Beatriz Mattiuzzo, reutiliza essas redes, ajudando na limpeza dos oceanos e na proteção da vida marinha.
"As comunidades locais possuem um conhecimento profundo e íntimo de seus territórios, que deve ser integrado aos esforços de desenvolvimento sustentável. Ignorar essas vozes pode levar à implementação de soluções inadequadas e insustentáveis. Valorizando e incorporando o saber local, podemos criar estratégias mais eficazes, adequadas à realidade de cada comunidade", afirma ela.
LINK UM SÓ PLANETA :
https://umsoplaneta.globo.com/financas/negocios/noticia/2024/07/19/redes-do-bem-negocios-socioambientais-em-comunidades-caicaras-contribuem-para-a-preservacao-marinha.ghtml
FONTE ... UM SO PLANETA
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Alguns exemplos de desenvolvimento sustentável aparecem em iniciativas comunitárias que usam os ecossistemas locais. Trabalhar com as comunidades, respeitando suas culturas e necessidades, pode promover um desenvolvimento duradouro.
Na comunidade caiçara, a Marulho se destaca por sua luta contra a poluição marinha e geração de renda. Desde 2019, transforma redes de pesca descartadas em bolsas e mochilas, destinando 43% do valor aos trabalhadores locais. A Marulho gerou mais de R$ 500 mil para as comunidades e busca reduzir o impacto ambiental das redes abandonadas no mar.
De acordo com uma pesquisa do The World Wide Fund for Nature, dois terços dos animais marinhos, incluindo todas as tartarugas, e metade das aves marinhas enfrentam riscos significativos devido ao enredamento em redes de pesca descartadas. Esse resíduo é a forma mais letal de plástico nos oceanos. A Marulho, fundada por Beatriz Mattiuzzo, reutiliza essas redes, ajudando na limpeza dos oceanos e na proteção da vida marinha.
"As comunidades locais possuem um conhecimento profundo e íntimo de seus territórios, que deve ser integrado aos esforços de desenvolvimento sustentável. Ignorar essas vozes pode levar à implementação de soluções inadequadas e insustentáveis. Valorizando e incorporando o saber local, podemos criar estratégias mais eficazes, adequadas à realidade de cada comunidade", afirma ela.
LINK UM SÓ PLANETA :
https://umsoplaneta.globo.com/financas/negocios/noticia/2024/07/19/redes-do-bem-negocios-socioambientais-em-comunidades-caicaras-contribuem-para-a-preservacao-marinha.ghtml

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