China faz retaliação e impede venda de peças para drones do exército dos EUA
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Como consequência, essa paralisação no envio de peças deve atrasar projetos importantes da empresa e impediu a entrega de um lote de novos drones para o exército norte-americano.
Comentando o assunto, Adam Bry, CEO da Skydio, reclamou da ação chinesa.
Detalhe importante é que essas "sanções chinesas" foram aplicadas antes mesmo das eleições norte-americanas, mas somente agora o assunto se tornou público.
Na visão de analistas políticos, a movimentação chinesa foi uma espécie de "recado a Donald Trump", que promete uma "guerra tarifária 2.0" a partir de 2025. Além disso, a ação também marca uma mudança no posicionamento do governo chinês.
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Desde as primeiras sanções de 2019, a China aprovou uma série de leis que "copiam" regras dos EUA, algo que dá ao país o poder de retaliar, cortando o acesso de empresas norte-americanas a cadeia de produção de baterias, por exemplo.
Além disso, a China agora tem a sua própria "lista de entidades", leis de controle de exportação mais rígidas, opções para retaliar empresas que apoiam as sanções dos EUA e total controle na produção de terras raras ou lítio.
Caso Trump siga com o seu posicionamento beligerante, a China pode cortar o acesso de empresas americanas a uma série de fornecedores de peças baratas, algo que pode resultar em um aumento repentino de preços nos EUA e infligir danos a popularidade do presidente.
Outra resposta que a China tem planejado é cortar a compra de produtos da Intel e o primeiro sinal foi divulgado na investigação dos produtos da empresa.
Por enquanto, esses são apenas "recados da China", mas analistas de mercado acreditam que Pequim deve usar a cadeia de fornecimento como arma, uma vez que o país é o único que controla a tecnologia de baterias.

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